quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Sonho da casa própria

Há mais 3.600 ofertas de imóveis no Rio: custam até R$ 100 mil e são pelo programa do governo

Boa notícia para quem quer sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria. Mais 3.600 imóveis estão ofertados no Estado do Rio com preços de até R$ 100 mil pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. O valor permite que famílias com renda abaixo de R$ 4.900, especialmente entre R$ 1.395 e R$ 2.790, consigam adquirir a moradia sem precisar ter uma poupança para dar de entrada. Isso porque elas são beneficiadas com o subsídio (desconto) de até R$ 23 mil para ajudar na compra do lar.

Segundo o gerente de negócios da João Fortes Engenharia, Marcelo Magalhães, a empresa vai lançar 1.400 unidades na Pavuna no fim de abril. Na primeira fase, serão 360 apartamentos, com preços na faixa de R$ 90 mil.

O programa é uma oportunidade, pois permite que as famílias com renda a partir de R$ 1.395 possam sair do aluguel para comprar a casa própria. Esse público ainda conta com juros menores e subsídio de até R$ 23 mil para ajudar", explica Magalhães, lembrando que o valor da prestação é mais em conta do que o aluguel.

A construtora tem também um projeto em Macaé, Norte Fluminense, com 1.968 unidades por a partir de R$ 73.450 cada. "Lançamos a primeira etapa com 912 unidades. Faltam ainda 1.056. Lá, reunimos moradia, clube, transporte e comércio", diz.

O superintendente do segmento econômico da Brookfield, Marcelo Borba, adianta que a empresa vai lançar 432 apartamentos com 45 metros quadrados em Belford Roxo. "Os imóveis vão custar abaixo de R$ 100 mil. Quando o projeto fica acima desse valor, inviabiliza porque o trabalhador perde o subsídio e terá que complementar o valor com uma poupança ou o FGTS", afirma.

Lazer completo e segurança

A PDG CHL é outra empresa que também tem imóveis que custam até R$ 100 mil e se enquadram no programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. São dois empreendimentos, totalizando 651 unidades, com preços a partir de R$ 95.400 cada. Os imóveis ficam em Campo

Grande, na Zona Oeste do Rio, e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os dois condomínios contarão com lazer completo e segurança 24h.

Já a AG Prima oferece 120 unidades do empreendimento Vivendas das Campinas, com preços a partir de R$ 95 mil cada.

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Mercado imobiliário da região do ABC teve crescimento no ano passado

DCI, 17/fev


A região do ABC Paulista vem sofrendo um boom imobiliário, assim como outras regiões do Estado de São Paulo. Nos últimos anos houve um crescente número de lançamentos e vendas na região, exceto em 2009, reflexo da crise mundial financeira. Segundo a Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC em 2010 foram lançados 3.968 unidade a mais que em 2009, no qual houve 4.919 lançamentos, ou seja, 80,67% de aumento. -

Para o presidente da Associação, Milton Bigucci, a falta de áreas disponíveis em São Paulo levou muitas empreendedores buscarem o ABC Paulista. "Principalmente ainda existe áreas grandes e livres que poderiam ser lançadas na carência de terrenos assim na capital. Isso levou uma mudança de procura das construtoras para a região", comentou Bigucci.

Não foram só os lançamentos que tiveram crescimento, as vendas também mostraram um aumento significativo no ano passado. Em 2010 as unidades vendidas chegaram ao número de 6.730, contra 6.952 unidades em 2008. Em 2009 as vendas alcançaram 5.126 unidades. No comparativo de vendas de 2010 com 2009 foram vendidas 1604 unidades a mais, 31,29% de aumento.

Construção

A construtora Mbigucci também sente esse reflexo. "O crescimento imobiliário no ABC Paulista afeta diretamente a Mbigucci. A construtora teve um aumento de 52% em toda a região, principalmente em apartamentos de médio padrão", disse o diretor de Marketing, Marcelo Bigucci.

O programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida" que concede benefícios aos compradores da casa própria também facilitou a expansão dos imóveis na região. "Os interessados tem o perfil na faixa de idade de 25 a 40 anos de idade. Principalmente a classe média que compra até 400 mil. O incentivo do Minha Casa, Minha vida, também facilitou", falou o presidente da CIGABC

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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Caixa aceitará novos limites do 'Minha Casa' em abril

O Dia, 14/fev


Os novos valores máximos dos imóveis que poderão ser financiados pelo programa habitacional 'Minha Casa, Minha Vida' passarão a ser aceitos pela Caixa Econômica Federal em suas agências a partir do mês de abril. Nas regiões metropolitanas do Rio, São Paulo e Distrito Federal, o valor máximo das unidades subirá de R$ 130 mil para R$ 170 mil, conforme decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Outras regiões com menos população também tiveram os tetos modificados. O programa de crédito com juros menores beneficia famílias com renda mensal de até R$ 4.900.

A resolução determinando os novos valores foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira. A Caixa tem 60 dias para fazer ajustes no sistema e começar a operar com os novos limites.

"Queremos colocar os novos valores em prática no menor prazo possível", afirmou Jorge Hereda, vice-presidente de governo da Caixa.



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sábado, 12 de fevereiro de 2011

Retomada de imóvel alugado será mais rápida

O Dia, 11/fev


Os proprietários de imóvel alugado poderão retomá-lo mais rápido. Além disso, os inquilinos serão os responsáveis pelos débitos das contas de consumo como água, luz e gás, no período de locação. Essas medidas fazem parte do projeto de lei (PLS 25/10), de autoria do senador Antonio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA).

O parlamentar sugere modificações em seis dispositivos da Lei do Inquilinato (8.245/91). A principal alteração do projeto refere-se aos contratos inferiores a 30 meses. O projeto dá ao locador o direito de denunciar o contrato a qualquer tempo, concedendo-se prazo de 60 dias para que o inquilino desocupe o imóvel. A flexibilidade vai valer para a locação de imóveis residenciais e por temporada.

Segundo o presidente da Associação Brasileira das Administradoras de Imóveis, Pedro Carsalade, o projeto tem como objetivo flexibilizar a relação nas locações. Ele lembra que já é possível fazer contrato de 30 meses e colocar cláusula de devolução no 12º mês sem multa para inquilino.

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