Passado e futuro se juntam na Vila Santa Isabel
A torre da Igreja de Santa Isabel é a mais alta da cidade de São Paulo e a segunda do País, podendo ser avistada pelos bairros vizinhos. A Paróquia de Santa Isabel é o símbolo de um bairro, a Vila Santa Isabel, que consegue conviver muito bem com o passado, o presente e o futuro. O bairro teve, há muitos anos, um dos poucos cinemas da região, o Santa Inês. O Bar do Ponche foi o ponto de encontro de jovens de toda a cidade.
Por estar em meio a dois bairros grandes e de progresso à vista, a Vila Carrão e a Vila Formosa, a Santa Isabel sempre teve um jeito de cidade do interior, onde todos se conhecem pelo nome e se cumprimentam quando se encontram. Sempre foi vista pelos bairros vizinhos como pacata – até parada. A Vila Santa Isabel realmente é pacata, mas isso tende a mudar.
Fundado em 1943, é possível perceber esse ele com o passado nas pessoas e nas construções do bairro. Ele surgiu quando Marieta Teixeira de Carvalho, em obediência a uma promessa feita pela mãe D. Isabel, mandou construir, nas terras que recebera de herança, uma capela e a consagrou a Santa Isabel. A capela ocupou uma pequena parcela das terras e o restante Marieta decidiu lotear e vender a preços acessíveis aos operários das fábricas adjacentes. Dessa forma, nascia Vila Santa Isabel, um bairro que funde sua história com a da Igreja.
Hoje, ainda não tem um comércio forte, pouco cresceu nos seus quase 70 anos. Muito focado em lojas, em razão de ser um bairro estritamente residencial, o comércio da Santa Isabel se restringe ao atendimento de necessidades mais urgentes. Até mesmo por estar próxima a bairros com comércio mais estruturado, como o Tatuapé, essa não é uma grande desvantagem, muito pelo contrário.
O bairro tem crescido muito de uns cinco anos para cá e nos próximos anos esse crescimento promete ser ainda maior. Além da possibilidade de um shopping, provavelmente (conforme o mercado especula) em parte de onde hoje se situa uma fábrica de tecidos, há projetos de extensão da Linha Verde do Metrô com duas estações passando pela Santa Isabel. Esse crescimento deve majorar o preço do metro quadrado da região.
A Vila Santa Isabel sempre se notabilizou por casas e sobrados e alguns poucos prédios baixos, com, no máximo, três andares. Seus moradores – que tendem a não sair do bairro – a princípio procuravam melhorar suas próprias casas, reformando e ampliando.
Com o surgimento do Jardim Têxtil, os tipos de moradia se ampliaram e começaram a ser construídos condomínios de casas. Hoje, quem anda pelo bairro, percebe que essa característica mudou. Os primeiros grandes prédios começaram a surgir há pouco menos de uma década. Quem circula pelo bairro vê diversos canteiros de obra e avisos de futuros lançamentos.
Mas a parte chata – que acontece em outros bairros pequenos da zona leste e da cidade – é que, a despeito do charme da Santa Isabel, os lançamentos “não acontecem” na Santa Isabel. Os novos empreendimentos são apresentados como sendo Jardim Têxtil. Vila Formosa, Vila Carrão e, até, Tatuapé. Um crime de “lesa bairro” que os marqueteiros das construtoras não têm ideia. O atrativo desses lançamentos deveria ser morar na Vila Santa Isabel, um bairro calmo, tranqüilo, próximo e, ao mesmo tempo, distante dos grandes centros.
Em nossa pesquisa de preços, efetuada em sites, classificados e imobiliárias da região, percebe-se que os valores estão ainda convidativos. Um problema é que a Santa Isabel não entra em pesquisas de entidades como um bairro. Ela é definida como Vila Formosa ou Vila Carrão. Isso acontece muito nos lançamentos, pois foi difícil encontrar prédios sendo apresentados como sendo do bairro. Em alguns sites, o bairro nem consta da lista.
Dessa forma, a pesquisa mostrou que o metro quadrado de terreno para construção (normalmente, casas antigas, pois não há muita oferta de terrenos no bairro), gira entre R$ R4 1,4 mil e R$ 1,6 mil. As casas térreas, dependendo do estado de conservação, podem custar entre R$ 1,6 mil e R$ 2,5 o m2. Os sobrados – o tipo de imóvel que mais apareceu na pesquisa – variam entre R$ 2,8 mil e R$ 3,7 mil o m2.
Já para apartamentos, o levantamento se ateve aos edifícios já lançados e ofertas de terceiros, pois não foi possível identificar lançamentos como sendo da Vila Santa Isabel. Mas, em alguns casos, optou-se por procurar o endereço e verificar se era no bairro. Por exemplo, há dois lançamentos, um na Rua Xiririca e outro na Oswaldo Arouca, apresentados como Vila Carrão. Assim, o preço do metro quadrado de lançamentos fica entre R$ 4,5 mil e R$ 5,2 mil. Já para apartamentos usados, o valor gira entre R$ 3,6 mil e R$ 4 mil.
Para locação, um imóvel, dependendo do estado de conservação, pode ser de R$ 1,5 mil (casas), R$ 2 mil (apartamentos – fora o condomínio) e R$ 3 mil (sobrados). Normalmente, o metro quadrado para locação, no bairro, gira entre R$ 14 e R$ 20.
A Vila Santa Isabel consegue unir o passado e futuro de maneira concreta. Quem puder e quiser apostar em um bairro para o futuro como investimento ou moradia, pode fazer isso na Vila Santa Isabel. A valorização aponta para a Vila Santa Isabel.
Autor: Marco Barone
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sábado, 16 de julho de 2011
Vila Alpina queima etapas e cresce rapidamente
Bairro onde está situado o único crematório da capital paulista, a Vila Alpina sempre foi conhecida exatamente por isso. Mas essa fama está mudando, pois, em razão de seus vizinhos maiores, também vem apresentando uma grande evolução no mercado imobiliário. Situado próximo à cidade de São Caetano do Sul e à Vila Prudente – dois pólos que vem progredindo –, seu principal ponto de comércio é a Rua Costa Barros, a qual tem início nos arredores do Largo da Vila Alpina, no alto do bairro, e chega até quase em São Caetano do Sul.
A Vila Alpina, como todos os bairros que pertencem ao Distrito da Vila Prudente (Jardim Avelino, Parque da Vila Prudente, Quinta da Paineira, Sítio da Figueira, Vila Bela, Vila Califórnia, Vila Lúcia, Vila Prudente e Vila Zelina), tem tido um crescimento vertiginoso nos últimos anos. Isso se deve-, principalmente, à inauguração da estação de metrô da Vila Prudente. Um crescimento que começou desde o anúncio de intenção e se estendeu à construção da estação. E o mercado local percebeu um maior volume de lançamentos de prédio de médio e alto padrões a partir desse momento.
O bairro, em passado recente, era eminentemente de casas, vilas e sobrados. Com o crescimento do mercado, como um todo, começaram a aparecer os lançamentos de prédios residenciais. A princípio, os de poucos andares, depois os maiores e com infraestrutura completa de lazer. Hoje, os empreendimentos desse tipo são o destaque. Outro nicho que cresce no bairro é o de condomínios de casa. Quem anda pelo bairro, ainda se apercebe das casas e sobrados que fazem parte da história da Vila Alpina, mas também vê muitos locais onde estavam esses tipos de imóveis sendo demolidos para a construção de prédios. Aliás, é mais fácil isso, pois a região não tem muitos terrenos à venda.
Em nossa pesquisa de preços, efetuada em sites, classificados, imobiliárias da região e nas ofertas do Portal ZL Imóvel, percebe-se que os valores do metro quadrado de terreno para construção (normalmente, casas antigas, pois não há muita oferta de terrenos no bairro) gira entre R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, mas, em alguns casos, principalmente por ser terreno livre, pode chegar a R$ 2,4 mil.
As casas térreas, dependendo do estado de conservação, podem custar entre R$ 1,6 mil e R$ 2,7 o m2. Os sobrados variam entre R$ 2,5 mil e R$ 3,5 mil o m2. As casas em condomínio fechado podem sair por R$ 1,6 mil o m2 na média
Já para apartamentos, o preço do metro quadrado de lançamentos fica entre R$ 3 mil e R$ 4,2 mil. Já para apartamentos usados, o valor gira entre R$ 1,9 mil e R$ 2,6 mil. A média do valor de condomínio é de R$ 200 a R$ 300.
Para locação, um imóvel, dependendo do estado de conservação, pode ser de R$ 800 a R$ 1,3 mil (casas), R$ 1,5 mil (apartamentos – fora o condomínio). Normalmente, o metro quadrado para locação, no bairro, gira entre R$ 11 e R$ 13. A Vila Alpina apresenta muitos galpões e lojas para locação e venda. Para locação, o m2 fica entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil. Já para venda, é de R$ 3,9 mil e R$ 4,8 mil.
Não há a menor dúvida, a Vila Alpina é um bairro vivo, com muitas opções para quem quer morar lá.
Autor: Marco Barone em 7/3/2011
A Vila Alpina, como todos os bairros que pertencem ao Distrito da Vila Prudente (Jardim Avelino, Parque da Vila Prudente, Quinta da Paineira, Sítio da Figueira, Vila Bela, Vila Califórnia, Vila Lúcia, Vila Prudente e Vila Zelina), tem tido um crescimento vertiginoso nos últimos anos. Isso se deve-, principalmente, à inauguração da estação de metrô da Vila Prudente. Um crescimento que começou desde o anúncio de intenção e se estendeu à construção da estação. E o mercado local percebeu um maior volume de lançamentos de prédio de médio e alto padrões a partir desse momento.
O bairro, em passado recente, era eminentemente de casas, vilas e sobrados. Com o crescimento do mercado, como um todo, começaram a aparecer os lançamentos de prédios residenciais. A princípio, os de poucos andares, depois os maiores e com infraestrutura completa de lazer. Hoje, os empreendimentos desse tipo são o destaque. Outro nicho que cresce no bairro é o de condomínios de casa. Quem anda pelo bairro, ainda se apercebe das casas e sobrados que fazem parte da história da Vila Alpina, mas também vê muitos locais onde estavam esses tipos de imóveis sendo demolidos para a construção de prédios. Aliás, é mais fácil isso, pois a região não tem muitos terrenos à venda.
Em nossa pesquisa de preços, efetuada em sites, classificados, imobiliárias da região e nas ofertas do Portal ZL Imóvel, percebe-se que os valores do metro quadrado de terreno para construção (normalmente, casas antigas, pois não há muita oferta de terrenos no bairro) gira entre R$ 1 mil a R$ 1,5 mil, mas, em alguns casos, principalmente por ser terreno livre, pode chegar a R$ 2,4 mil.
As casas térreas, dependendo do estado de conservação, podem custar entre R$ 1,6 mil e R$ 2,7 o m2. Os sobrados variam entre R$ 2,5 mil e R$ 3,5 mil o m2. As casas em condomínio fechado podem sair por R$ 1,6 mil o m2 na média
Já para apartamentos, o preço do metro quadrado de lançamentos fica entre R$ 3 mil e R$ 4,2 mil. Já para apartamentos usados, o valor gira entre R$ 1,9 mil e R$ 2,6 mil. A média do valor de condomínio é de R$ 200 a R$ 300.
Para locação, um imóvel, dependendo do estado de conservação, pode ser de R$ 800 a R$ 1,3 mil (casas), R$ 1,5 mil (apartamentos – fora o condomínio). Normalmente, o metro quadrado para locação, no bairro, gira entre R$ 11 e R$ 13. A Vila Alpina apresenta muitos galpões e lojas para locação e venda. Para locação, o m2 fica entre R$ 1,5 mil e R$ 2,5 mil. Já para venda, é de R$ 3,9 mil e R$ 4,8 mil.
Não há a menor dúvida, a Vila Alpina é um bairro vivo, com muitas opções para quem quer morar lá.
Autor: Marco Barone em 7/3/2011
domingo, 29 de maio de 2011
Notícias imobiliárias na Zona Leste de São Paulo
Muito prazer, Vila Curuçá
Há muitos anos a Vila Curuçá sofre de certa crise de identidade. Para muitos, o bairro pertence a São Miguel Paulista, para outros ao Itaim Paulista. Ao largo dessa discussão, o Curuçá vem se mostrando forte no mercado imobiliário. Neste espaço, em janeiro deste ano, já destacamos o seu crescimento, pois o distrito se mostra sinônimo de bons imóveis e qualidade de vida. Apesar do mercado não usar essa definição, os mais antigos dividem o bairro em Vila Curuçá Velha e Vila Nova Curuçá. Uma questão
Bem servido de infraestrutura de transporte e lazer, com bancos e comércio forte, praças arborizadas e com playgrounds e supermercados e lojas diversas, o Curuçá tem excelentes opções de moradia, com casas, condomínios de casas e, mais recentemente, muitos prédios, principalmente em razão do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, mas não é só isso. Em um dos empreendimentos no bairro, a construtora – uma das grandes da cidade – reservou uma torre toda para os compradores de padrão mais elevado, que não têm cobertura do programa.
Outros nichos bem valorizados e procurados no bairro são os sobrados e os condomínios de casas. Próximo à Igreja Nossa Senhora de Fátima há alguns condomínios de casa muito interessantes, com preços ainda convidativos. Nessas cercanias, está em fase de construção e praticamente todo vendido um condomínio de apartamentos.
O mais interessante é que essas unidades atingem todas as camadas e nichos, dos imóveis mais populares, como os reservados ao Programa Minha Casa, Minha Vida, até padrões mais elevados. O mercado imobiliário da Vila Curuçá, definitivamente, encontrou seu caminho.
O comércio local não é o grande destaque. Apesar de ter lojas, postos de gasolina e supermercados, eles atendem uma demanda mais local e de pequeno movimento. Em razão da proximidade com o centro de São Miguel, a população local prefere se locomover até lá, mas o bairro é bem servido de transporte público e está muito perto de estações de trem.
Uma de nossas preocupações é mostrar como os bairros se comportam em relação ao preço de seus imóveis. A pesquisa é feita tendo como base valores pedidos em anúncios e classificados de jornais e sites de imobiliárias que atuam na região e servem somente para ter uma ideia de preços na região analisada.
Dessa forma, na Vila Curuçá temos alguns valores percebidos e bem interessantes. Também analisamos os valores de locação apurados pelo Secovi-SP. Como não há uma divisão que apure o bairro em si, tomamos como base os valores de São Miguel Paulista, mais próximos do que se vê na Curuçá. Uma casa de dois dormitórios em bom estado de conservação, na região, tem o valor de até R$ 11 o metro quadrado. Ou seja, uma casa de 100 m2 teria um aluguel de R$ 1,1 mil.
No caso de venda, o m2 de um terreno varia entre R$ 600 e R$ 800, mas o mais usual na região é a compra de imóveis mais velhos para a construção de novas unidades. As casas, dependendo do estado de conservação, se são novas ou usadas, variam de R$ 1,2 mil a R$ 2,5 mil.
Quando pesquisados os sobrados, os preços sobem um pouco mais em razão da área total construída. Outro fato é que não há diferenciação de valor se a unidade estiver em um condomínio ou for “de rua”. Em todos os casos, o m2 varia entre R$ 1,8 mil a R$ 2,3 mil, dependendo do estado e do tempo de construção. Conta na diferença de valor entre casas e sobrados a área total. Quando se analisam as casas se percebe que elas têm área total maior, mas menos área construída.
Para apartamentos, há uma variação maior, mais percebida quando vemos a localização e as comodidades do condomínio, como ter ou não piscina, playground, salão de festas etc. Nesse tipo de imóvel há uma variação entre R$ 1,9 mil e R$ 2,1 mil, podendo chegar a R$ R$ 2,5 a R$ 2,8 mil o metro quadrado.
O que se percebe é que a Vila Curuçá ganho personalidade e não tem mais uma crise de identidade. Ela não é Itaim ou São Miguel. Ela é Vila Curuçá.
Nota da redação: este espaço está aberto às imobiliárias que quiserem participar. Nossa ideia é falar de bairros não tão centrais, distritos ou que fazem parte de bairros maiores. Como nos faltam dados mais precisos de valores pedidos e fechados, convidamos as empresas a serem fornecedoras de informações. Tomando como base os dados apresentados nesta e nas semanas anteriores, queremos dados mais concretos e reais. Enviem as informações para o e-mail noticias@zlimovel.com.br que daremos os créditos devidos.
Autor: Marco Barone (noticias@zlimovel.com.br) em 22/5/2011
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Há muitos anos a Vila Curuçá sofre de certa crise de identidade. Para muitos, o bairro pertence a São Miguel Paulista, para outros ao Itaim Paulista. Ao largo dessa discussão, o Curuçá vem se mostrando forte no mercado imobiliário. Neste espaço, em janeiro deste ano, já destacamos o seu crescimento, pois o distrito se mostra sinônimo de bons imóveis e qualidade de vida. Apesar do mercado não usar essa definição, os mais antigos dividem o bairro em Vila Curuçá Velha e Vila Nova Curuçá. Uma questão
Bem servido de infraestrutura de transporte e lazer, com bancos e comércio forte, praças arborizadas e com playgrounds e supermercados e lojas diversas, o Curuçá tem excelentes opções de moradia, com casas, condomínios de casas e, mais recentemente, muitos prédios, principalmente em razão do programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, mas não é só isso. Em um dos empreendimentos no bairro, a construtora – uma das grandes da cidade – reservou uma torre toda para os compradores de padrão mais elevado, que não têm cobertura do programa.
Outros nichos bem valorizados e procurados no bairro são os sobrados e os condomínios de casas. Próximo à Igreja Nossa Senhora de Fátima há alguns condomínios de casa muito interessantes, com preços ainda convidativos. Nessas cercanias, está em fase de construção e praticamente todo vendido um condomínio de apartamentos.
O mais interessante é que essas unidades atingem todas as camadas e nichos, dos imóveis mais populares, como os reservados ao Programa Minha Casa, Minha Vida, até padrões mais elevados. O mercado imobiliário da Vila Curuçá, definitivamente, encontrou seu caminho.
O comércio local não é o grande destaque. Apesar de ter lojas, postos de gasolina e supermercados, eles atendem uma demanda mais local e de pequeno movimento. Em razão da proximidade com o centro de São Miguel, a população local prefere se locomover até lá, mas o bairro é bem servido de transporte público e está muito perto de estações de trem.
Uma de nossas preocupações é mostrar como os bairros se comportam em relação ao preço de seus imóveis. A pesquisa é feita tendo como base valores pedidos em anúncios e classificados de jornais e sites de imobiliárias que atuam na região e servem somente para ter uma ideia de preços na região analisada.
Dessa forma, na Vila Curuçá temos alguns valores percebidos e bem interessantes. Também analisamos os valores de locação apurados pelo Secovi-SP. Como não há uma divisão que apure o bairro em si, tomamos como base os valores de São Miguel Paulista, mais próximos do que se vê na Curuçá. Uma casa de dois dormitórios em bom estado de conservação, na região, tem o valor de até R$ 11 o metro quadrado. Ou seja, uma casa de 100 m2 teria um aluguel de R$ 1,1 mil.
No caso de venda, o m2 de um terreno varia entre R$ 600 e R$ 800, mas o mais usual na região é a compra de imóveis mais velhos para a construção de novas unidades. As casas, dependendo do estado de conservação, se são novas ou usadas, variam de R$ 1,2 mil a R$ 2,5 mil.
Quando pesquisados os sobrados, os preços sobem um pouco mais em razão da área total construída. Outro fato é que não há diferenciação de valor se a unidade estiver em um condomínio ou for “de rua”. Em todos os casos, o m2 varia entre R$ 1,8 mil a R$ 2,3 mil, dependendo do estado e do tempo de construção. Conta na diferença de valor entre casas e sobrados a área total. Quando se analisam as casas se percebe que elas têm área total maior, mas menos área construída.
Para apartamentos, há uma variação maior, mais percebida quando vemos a localização e as comodidades do condomínio, como ter ou não piscina, playground, salão de festas etc. Nesse tipo de imóvel há uma variação entre R$ 1,9 mil e R$ 2,1 mil, podendo chegar a R$ R$ 2,5 a R$ 2,8 mil o metro quadrado.
O que se percebe é que a Vila Curuçá ganho personalidade e não tem mais uma crise de identidade. Ela não é Itaim ou São Miguel. Ela é Vila Curuçá.
Nota da redação: este espaço está aberto às imobiliárias que quiserem participar. Nossa ideia é falar de bairros não tão centrais, distritos ou que fazem parte de bairros maiores. Como nos faltam dados mais precisos de valores pedidos e fechados, convidamos as empresas a serem fornecedoras de informações. Tomando como base os dados apresentados nesta e nas semanas anteriores, queremos dados mais concretos e reais. Enviem as informações para o e-mail noticias@zlimovel.com.br que daremos os créditos devidos.
Autor: Marco Barone (noticias@zlimovel.com.br) em 22/5/2011
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
Nova fase terá regras mais rígidas na venda
Valor Econômico, Geraldo Cezar, 25/mai
Depois de superar a meta de financiar um milhão de moradias (a marca de contratação atingida foi de 1.005.128), o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009 com objetivo de reduzir o déficit habitacional no Brasil, inicia uma nova fase de investimentos com mudanças operacionais e um novo foco: atender à faixa de mais renda da população brasileira. "Nesta segunda fase do programa, estão previstas a produção e aquisição de 2 milhões de unidades habitacionais. Desse total, 60% das moradias serão destinadas a famílias com renda de até R$ 1395,00. Pelo menos 800 mil unidades serão viabilizadas por meio de financiamentos subsidiados", comenta Inês Magalhães, secretária nacional de habitação, do Ministério das Cidades.
Serão destinados R$ 71,7 bilhões para a segunda fase do programa, dos quais, R$ 62,2 bilhões serão provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) e outros R$ 9,5 bilhões de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS) destinados à habitação. As novas regras foram estabelecidas em Medida Provisória (nº 514, de 2010), aprovadas no dia 10 de maio pelo Senado Federal. O governo espera agora ter maior controle no processo de concessões das subvenções.
Entre as novidades está a instituição de Cadastro Nacional de Beneficiários de programas habitacionais ou rurais e de regularização fundiária em áreas urbanas. A ideia, segundo Inês, é possibilitar o registro de todos os que já foram contemplados por meio de políticas habitacionais públicas. O documento contribui para a fiscalização das pessoas que já receberam o benefício. "Essa ação evitará que alguém receba o subsídio do governo mais de uma vez", explica.
Os novos mecanismos de controle estabelecem também regras mais rígidas para a venda de imóveis. Agora, as famílias que quiserem vender os imóveis deverão quitá-los primeiro. "Trata-se de um aspecto muito importante para evitar a venda prematura do imóvel", declara a secretária.
O novo arcabouço de mudanças do programa traz também alguns facilitadores. Por exemplo, vai possibilitar a produção e exploração de unidades comerciais nos empreendimentos habitacionais para rendas de até R$ 1.395,00. A construção de áreas comerciais, de acordo com o ministério, ajudará no custeio da taxa de condomínio. Com as mudanças introduzidas, será permitido iniciar os empreendimentos em áreas onde o processo de desapropriação não foi concluído. Essa ação prevê acelerar o processo de arrendamento dos terrenos para a construção.
A possibilidade de readequar o valor limite dos imóveis, até então enquadrados em R$ 130 mil, foi alvo de realinhamento no início deste ano, segundo o Ministério das Cidades. O novo limite foi estabelecido em R$ 170 mil, mas isso depende de tetos fixados regionalmente.
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Valor Econômico, Geraldo Cezar, 25/mai
Depois de superar a meta de financiar um milhão de moradias (a marca de contratação atingida foi de 1.005.128), o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, lançado em 2009 com objetivo de reduzir o déficit habitacional no Brasil, inicia uma nova fase de investimentos com mudanças operacionais e um novo foco: atender à faixa de mais renda da população brasileira. "Nesta segunda fase do programa, estão previstas a produção e aquisição de 2 milhões de unidades habitacionais. Desse total, 60% das moradias serão destinadas a famílias com renda de até R$ 1395,00. Pelo menos 800 mil unidades serão viabilizadas por meio de financiamentos subsidiados", comenta Inês Magalhães, secretária nacional de habitação, do Ministério das Cidades.
Serão destinados R$ 71,7 bilhões para a segunda fase do programa, dos quais, R$ 62,2 bilhões serão provenientes do Orçamento Geral da União (OGU) e outros R$ 9,5 bilhões de recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviços (FGTS) destinados à habitação. As novas regras foram estabelecidas em Medida Provisória (nº 514, de 2010), aprovadas no dia 10 de maio pelo Senado Federal. O governo espera agora ter maior controle no processo de concessões das subvenções.
Entre as novidades está a instituição de Cadastro Nacional de Beneficiários de programas habitacionais ou rurais e de regularização fundiária em áreas urbanas. A ideia, segundo Inês, é possibilitar o registro de todos os que já foram contemplados por meio de políticas habitacionais públicas. O documento contribui para a fiscalização das pessoas que já receberam o benefício. "Essa ação evitará que alguém receba o subsídio do governo mais de uma vez", explica.
Os novos mecanismos de controle estabelecem também regras mais rígidas para a venda de imóveis. Agora, as famílias que quiserem vender os imóveis deverão quitá-los primeiro. "Trata-se de um aspecto muito importante para evitar a venda prematura do imóvel", declara a secretária.
O novo arcabouço de mudanças do programa traz também alguns facilitadores. Por exemplo, vai possibilitar a produção e exploração de unidades comerciais nos empreendimentos habitacionais para rendas de até R$ 1.395,00. A construção de áreas comerciais, de acordo com o ministério, ajudará no custeio da taxa de condomínio. Com as mudanças introduzidas, será permitido iniciar os empreendimentos em áreas onde o processo de desapropriação não foi concluído. Essa ação prevê acelerar o processo de arrendamento dos terrenos para a construção.
A possibilidade de readequar o valor limite dos imóveis, até então enquadrados em R$ 130 mil, foi alvo de realinhamento no início deste ano, segundo o Ministério das Cidades. O novo limite foi estabelecido em R$ 170 mil, mas isso depende de tetos fixados regionalmente.
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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Sonho da casa própria
Há mais 3.600 ofertas de imóveis no Rio: custam até R$ 100 mil e são pelo programa do governo
Boa notícia para quem quer sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria. Mais 3.600 imóveis estão ofertados no Estado do Rio com preços de até R$ 100 mil pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. O valor permite que famílias com renda abaixo de R$ 4.900, especialmente entre R$ 1.395 e R$ 2.790, consigam adquirir a moradia sem precisar ter uma poupança para dar de entrada. Isso porque elas são beneficiadas com o subsídio (desconto) de até R$ 23 mil para ajudar na compra do lar.
Segundo o gerente de negócios da João Fortes Engenharia, Marcelo Magalhães, a empresa vai lançar 1.400 unidades na Pavuna no fim de abril. Na primeira fase, serão 360 apartamentos, com preços na faixa de R$ 90 mil.
O programa é uma oportunidade, pois permite que as famílias com renda a partir de R$ 1.395 possam sair do aluguel para comprar a casa própria. Esse público ainda conta com juros menores e subsídio de até R$ 23 mil para ajudar", explica Magalhães, lembrando que o valor da prestação é mais em conta do que o aluguel.
A construtora tem também um projeto em Macaé, Norte Fluminense, com 1.968 unidades por a partir de R$ 73.450 cada. "Lançamos a primeira etapa com 912 unidades. Faltam ainda 1.056. Lá, reunimos moradia, clube, transporte e comércio", diz.
O superintendente do segmento econômico da Brookfield, Marcelo Borba, adianta que a empresa vai lançar 432 apartamentos com 45 metros quadrados em Belford Roxo. "Os imóveis vão custar abaixo de R$ 100 mil. Quando o projeto fica acima desse valor, inviabiliza porque o trabalhador perde o subsídio e terá que complementar o valor com uma poupança ou o FGTS", afirma.
Lazer completo e segurança
A PDG CHL é outra empresa que também tem imóveis que custam até R$ 100 mil e se enquadram no programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. São dois empreendimentos, totalizando 651 unidades, com preços a partir de R$ 95.400 cada. Os imóveis ficam em Campo
Grande, na Zona Oeste do Rio, e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os dois condomínios contarão com lazer completo e segurança 24h.
Já a AG Prima oferece 120 unidades do empreendimento Vivendas das Campinas, com preços a partir de R$ 95 mil cada.
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Boa notícia para quem quer sair do aluguel e realizar o sonho da casa própria. Mais 3.600 imóveis estão ofertados no Estado do Rio com preços de até R$ 100 mil pelo programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. O valor permite que famílias com renda abaixo de R$ 4.900, especialmente entre R$ 1.395 e R$ 2.790, consigam adquirir a moradia sem precisar ter uma poupança para dar de entrada. Isso porque elas são beneficiadas com o subsídio (desconto) de até R$ 23 mil para ajudar na compra do lar.
Segundo o gerente de negócios da João Fortes Engenharia, Marcelo Magalhães, a empresa vai lançar 1.400 unidades na Pavuna no fim de abril. Na primeira fase, serão 360 apartamentos, com preços na faixa de R$ 90 mil.
O programa é uma oportunidade, pois permite que as famílias com renda a partir de R$ 1.395 possam sair do aluguel para comprar a casa própria. Esse público ainda conta com juros menores e subsídio de até R$ 23 mil para ajudar", explica Magalhães, lembrando que o valor da prestação é mais em conta do que o aluguel.
A construtora tem também um projeto em Macaé, Norte Fluminense, com 1.968 unidades por a partir de R$ 73.450 cada. "Lançamos a primeira etapa com 912 unidades. Faltam ainda 1.056. Lá, reunimos moradia, clube, transporte e comércio", diz.
O superintendente do segmento econômico da Brookfield, Marcelo Borba, adianta que a empresa vai lançar 432 apartamentos com 45 metros quadrados em Belford Roxo. "Os imóveis vão custar abaixo de R$ 100 mil. Quando o projeto fica acima desse valor, inviabiliza porque o trabalhador perde o subsídio e terá que complementar o valor com uma poupança ou o FGTS", afirma.
Lazer completo e segurança
A PDG CHL é outra empresa que também tem imóveis que custam até R$ 100 mil e se enquadram no programa "Minha Casa, Minha Vida", do governo federal. São dois empreendimentos, totalizando 651 unidades, com preços a partir de R$ 95.400 cada. Os imóveis ficam em Campo
Grande, na Zona Oeste do Rio, e em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Os dois condomínios contarão com lazer completo e segurança 24h.
Já a AG Prima oferece 120 unidades do empreendimento Vivendas das Campinas, com preços a partir de R$ 95 mil cada.
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Mercado imobiliário da região do ABC teve crescimento no ano passado
DCI, 17/fev
A região do ABC Paulista vem sofrendo um boom imobiliário, assim como outras regiões do Estado de São Paulo. Nos últimos anos houve um crescente número de lançamentos e vendas na região, exceto em 2009, reflexo da crise mundial financeira. Segundo a Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC em 2010 foram lançados 3.968 unidade a mais que em 2009, no qual houve 4.919 lançamentos, ou seja, 80,67% de aumento. -
Para o presidente da Associação, Milton Bigucci, a falta de áreas disponíveis em São Paulo levou muitas empreendedores buscarem o ABC Paulista. "Principalmente ainda existe áreas grandes e livres que poderiam ser lançadas na carência de terrenos assim na capital. Isso levou uma mudança de procura das construtoras para a região", comentou Bigucci.
Não foram só os lançamentos que tiveram crescimento, as vendas também mostraram um aumento significativo no ano passado. Em 2010 as unidades vendidas chegaram ao número de 6.730, contra 6.952 unidades em 2008. Em 2009 as vendas alcançaram 5.126 unidades. No comparativo de vendas de 2010 com 2009 foram vendidas 1604 unidades a mais, 31,29% de aumento.
Construção
A construtora Mbigucci também sente esse reflexo. "O crescimento imobiliário no ABC Paulista afeta diretamente a Mbigucci. A construtora teve um aumento de 52% em toda a região, principalmente em apartamentos de médio padrão", disse o diretor de Marketing, Marcelo Bigucci.
O programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida" que concede benefícios aos compradores da casa própria também facilitou a expansão dos imóveis na região. "Os interessados tem o perfil na faixa de idade de 25 a 40 anos de idade. Principalmente a classe média que compra até 400 mil. O incentivo do Minha Casa, Minha vida, também facilitou", falou o presidente da CIGABC
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A região do ABC Paulista vem sofrendo um boom imobiliário, assim como outras regiões do Estado de São Paulo. Nos últimos anos houve um crescente número de lançamentos e vendas na região, exceto em 2009, reflexo da crise mundial financeira. Segundo a Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC em 2010 foram lançados 3.968 unidade a mais que em 2009, no qual houve 4.919 lançamentos, ou seja, 80,67% de aumento. -
Para o presidente da Associação, Milton Bigucci, a falta de áreas disponíveis em São Paulo levou muitas empreendedores buscarem o ABC Paulista. "Principalmente ainda existe áreas grandes e livres que poderiam ser lançadas na carência de terrenos assim na capital. Isso levou uma mudança de procura das construtoras para a região", comentou Bigucci.
Não foram só os lançamentos que tiveram crescimento, as vendas também mostraram um aumento significativo no ano passado. Em 2010 as unidades vendidas chegaram ao número de 6.730, contra 6.952 unidades em 2008. Em 2009 as vendas alcançaram 5.126 unidades. No comparativo de vendas de 2010 com 2009 foram vendidas 1604 unidades a mais, 31,29% de aumento.
Construção
A construtora Mbigucci também sente esse reflexo. "O crescimento imobiliário no ABC Paulista afeta diretamente a Mbigucci. A construtora teve um aumento de 52% em toda a região, principalmente em apartamentos de médio padrão", disse o diretor de Marketing, Marcelo Bigucci.
O programa do governo federal "Minha Casa, Minha Vida" que concede benefícios aos compradores da casa própria também facilitou a expansão dos imóveis na região. "Os interessados tem o perfil na faixa de idade de 25 a 40 anos de idade. Principalmente a classe média que compra até 400 mil. O incentivo do Minha Casa, Minha vida, também facilitou", falou o presidente da CIGABC
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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Caixa aceitará novos limites do 'Minha Casa' em abril
O Dia, 14/fev
Os novos valores máximos dos imóveis que poderão ser financiados pelo programa habitacional 'Minha Casa, Minha Vida' passarão a ser aceitos pela Caixa Econômica Federal em suas agências a partir do mês de abril. Nas regiões metropolitanas do Rio, São Paulo e Distrito Federal, o valor máximo das unidades subirá de R$ 130 mil para R$ 170 mil, conforme decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Outras regiões com menos população também tiveram os tetos modificados. O programa de crédito com juros menores beneficia famílias com renda mensal de até R$ 4.900.
A resolução determinando os novos valores foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira. A Caixa tem 60 dias para fazer ajustes no sistema e começar a operar com os novos limites.
"Queremos colocar os novos valores em prática no menor prazo possível", afirmou Jorge Hereda, vice-presidente de governo da Caixa.
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Os novos valores máximos dos imóveis que poderão ser financiados pelo programa habitacional 'Minha Casa, Minha Vida' passarão a ser aceitos pela Caixa Econômica Federal em suas agências a partir do mês de abril. Nas regiões metropolitanas do Rio, São Paulo e Distrito Federal, o valor máximo das unidades subirá de R$ 130 mil para R$ 170 mil, conforme decisão do Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Outras regiões com menos população também tiveram os tetos modificados. O programa de crédito com juros menores beneficia famílias com renda mensal de até R$ 4.900.
A resolução determinando os novos valores foi publicada no Diário Oficial da União na última sexta-feira. A Caixa tem 60 dias para fazer ajustes no sistema e começar a operar com os novos limites.
"Queremos colocar os novos valores em prática no menor prazo possível", afirmou Jorge Hereda, vice-presidente de governo da Caixa.
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